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A ATUAÇÃO DO CIRURGIÃO-DENTISTA NOS CUIDADOS PALIATIVOS

Luiza Mageste Domingues MONTEIRO

Especialista - Hospital Estadual Dorio Silva

Coautores:

Fabiana de Freitas BOMBARDA-NUNES

Mestre - Hospital Estadual Dorio Silva - Serra - ES

Ângela Perini PEREIRA

Mestre - Hospital Estadual Dorio Silva - Serra - ES

Antonielen MARCELINO

Especialista - Hospital Estadual Dorio Silva - Serra - ES

Rodolfo Tatagiba Ribeiros dos SANTOS

Cirurgião-dentista - Secretaria Estadual de Saúde - Vitória - ES

Cuidados Paliativos (CP) é uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida, através da prevenção e alívio do sofrimento por meio da identificação precoce, avaliação e tratamento da dor e outros problemas físicos, psicossocial e espiritual. No ambiente hospitalar o CP está organizado por meio de equipes multiprofissionais capacitadas que através dos seus múltiplos olhares, objetiva assistir o paciente terminal em todas as dimensões, garantindo o seu bem estar e respeitando a sua dignidade. A odontologia se encaixa neste contexto devido ao comprometimento da cavidade bucal pela doença ou pelo seu tratamento. O foco deste cuidado é o bem estar do paciente. O objetivo deste trabalho é trazer ao conhecimento do cirurgião-dentista (CD) conceitos, importância e inserção na equipes de CP a fim de realizar prevenção, diagnóstico e procedimentos odontológicos nestes pacientes, além de orientar os cuidadores. Nesse sentido é necessário que o CD se capacite para integrar essas equipes, garantindo aos pacientes a integralidade no cuidado visando à elaboração de um plano de cuidados especificos para cada paciente que deve contemplar alívio de possíveis dores orofaciais, prevenção e tratamento de focos infecciosos oportunistas e feridas na cavidade bucal, controle de quadros de sangramento bucal, readaptações e consertos de próteses dentárias mal adaptadas, proteção dos dentes e tecidos moles em situações de trismo ou de convulsões de repetição, prevenção e alívio nos efeitos da radioterapia e quimioterapia, com destaque para a mucosite e xerostomia, controle dos quadros de halitose tanto de origem bucal quanto sistêmica, orientação aos pacientes, seus familiares e cuidadores na realização da higiene bucal de rotina de forma a valorizar o paciente e tornando o cuidado paliativo mais humanizado.

Cuidados palitivos Equipe hospitalar de odontologia Qualidade de Vida

A ATUAÇÃO DO CIRURGIÃO-DENTISTA NOS CUIDADOS PALIATIVOS

Luiza Mageste Domingues Monteiro

especialista - Hospital Estadual Dorio Silva

Coautores:

Fabiana de Freitas BOMBARDA-NUNES

mestre - Hospital Estadual Dorio Silva - Serra - ES

Ângela Perini PEREIRA

mestre - Hospital Estadual Dorio Silva - Serra - ES

Antonielen MARCELINO

especialista - Hospital Estadual Dorio Silva - Serra - ES

Rodolfo Tatagiba Ribeiros dos SANTOS

cirurgião-dentista - Secretaria Estadual de Saúde - Vitória - ES

Cuidados Paliativos (CP) é uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida, através da prevenção e alívio do sofrimento por meio da identificação precoce, avaliação e tratamento da dor e outros problemas físicos, psicossocial e espiritual. No ambiente hospitalar o CP está organizado por meio de equipes multiprofissionais capacitadas que através dos seus múltiplos olhares, objetiva assistir o paciente terminal em todas as dimensões, garantindo o seu bem estar e respeitando a sua dignidade. A odontologia se encaixa neste contexto devido ao comprometimento da cavidade bucal pela doença ou pelo seu tratamento. O foco deste cuidado é o bem estar do paciente. O objetivo deste trabalho é trazer ao conhecimento do cirurgião-dentista (CD) conceitos, importância e inserção na equipes de CP a fim de realizar prevenção, diagnóstico e procedimentos odontológicos nestes pacientes, além de orientar os cuidadores. Nesse sentido é necessário que o CD se capacite para integrar essas equipes, garantindo aos pacientes a integralidade no cuidado visando à elaboração de um plano de cuidados especificos para cada paciente que deve contemplar alívio de possíveis dores orofaciais, prevenção e tratamento de focos infecciosos oportunistas e feridas na cavidade bucal, controle de quadros de sangramento bucal, readaptações e consertos de próteses dentárias mal adaptadas, proteção dos dentes e tecidos moles em situações de trismo ou de convulsões de repetição, prevenção e alívio nos efeitos da radioterapia e quimioterapia, com destaque para a mucosite e xerostomia, controle dos quadros de halitose tanto de origem bucal quanto sistêmica, orientação aos pacientes, seus familiares e cuidadores na realização da higiene bucal de rotina de forma a valorizar o paciente e tornando o cuidado paliativo mais humanizado.

Cuidados paliativos Equipe hospitalar de odontologia Qualidade de vida

A HIPODONTIA NÃO ASSOCIADA À SÍNDROMES

Jéssica Costa REIS

Graduando - UFES

Coautores:

May Anny Alves FRAGA

Graduando - UFES - VITÓRIA - ES

Danielle Resende CAMISASCA

DOUTORADO - UFES - VITÓRIA - ES

O hábito alimentar sofreu grandes mudanças com a evolução dos humanos, a alimentação mais pastosa influenciou em uma redução no uso do aparelho mastigatório, no tamanho e na quantidade dos dentes na arcada. A hipodontia tornou-se então uma alteração de grande prevalência na população. É importante ressaltar que a etiologia da hipodontia é multifatorial, fatores externos, radiação, síndromes e pré-disposição genética são alguns descritos. Devido a essa etiologia o diagnóstico da causa dessa alteração é difícil, devemos durante a anamnese avaliar características clínicas que podem indicar a presença de síndromes como de Crouzon, Down ou Gorlin. Excluindo a associação da hipodontia com síndromes, vamos investigar o histórico familiar para observar a probabilidade de mutações genéticas. Objetivo: Avaliar por meio de revisão bibliográfica as causas da hipodontia não associada a síndromes. Métodos: Utilizando a base de dados PubMed dos anos de 2011 a 2016 foi realizada uma revisão de literatura relacionando hipodontia com outras etiologias, exceto as síndromes. As palavras-chaves foram tooth agenesis, isolated hypodontia, non-syndromic hypodontia. Resultados: A hipodontia pode estar associada a fatores ambientais como: distúrbios ambientais ou endócrinos, rubéola, escarlatina e radioterapia. Quando há hipodontia por gerações, pode haver etiologia hereditária, envolvendo a proteína p65. O diagnóstico preciso da hipodontia não é complicado, a radiografia mais indicada é a panorâmica, pois registra todas as estruturas maxilomandibulares em uma tomada única. Os terceiros molares seguidos de segundo pré-molares inferiores e incisivos laterais superiores, geralmente são mais acometidos pela agenesia. Perante o descrito, podemos observar que a hipodontia pode estar relacionada a vários fatores, cabe ao cirurgião dentista identificá-los precocemente para prevenir a má oclusão, alterações funcionais, mastigatórias e também estéticas.

Anodontia Agenesia Dentária Mutação

A importância da vivência do estágio extra-muro na Odontologia para alinhar a teoria e a prática

Natália Cupertino PIRES

Aluna de graduação de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Jocarla Campos SERAFIM

Aluna de graduação de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Gabriella Barreto SOARES

Doutoranda do Departamento de Odontologia Infantil e Social - Faculdade de Odontologia, UNESP Univ - Estadual Paulista - Araçatuba - SP

Antonio Carlos Pacheco FILHO

Mestre em Odontologia Preventiva e Social na FOA-UNESP - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Introdução: As atividades extra-muros realizadas durante a graduação possibilitam aos alunos uma maior interação com a comunidade, de forma a levar o conhecimento adquirido na Universidade para esta, e contribui, positivamente, para o seu desenvolvimento como profissional de saúde. Objetivo: Esse trabalho tem como objetivo revisar a literatura sobre a importância do estágio extra-muro para formação do aluno de Odontologia. Métodos: Foi realizada uma revisão de literatura nas bases de dados nacionais, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e a biblioteca eletrônica Scientific Electronic Library Online (SciELO), dos artigos publicados até no ano de 2015, utilizando como descritores: relações comunidade-instituição, estudantes de odontologia, escolas de odontologia e serviços de integração docente-assistencial. Resultados: Nos artigos encontrados foi possível observar que a associação da teoria com a prática possibilita uma formação mais humanística, crítica e reflexiva do aluno de Odontologia. Essa aproximação com a comunidade converge para o olhar humanizado ao paciente e ao enfrentamento dos problemas de saúde de acordo com as demandas sociais da população brasileira. A discussão entre docentes, trabalhadores da rede e estudantes traz benefícios ao território e aproxima a equipe da comunidade. Por integrarem diversos atores e oportunizarem a reflexão e a crítica com base no cotidiano, os estágios são uma forma de implementação das diretrizes curriculares do curso de odontologia e, também, uma alternativa de transformação das práticas de saúde, tendo a comunidade como eixo central da produção do cuidado. Conclusão: Concluímos que por meio de estágios extra-muros os estudantes de odontologia tem oportunidade de uma participação ativa e efetiva fora do ambiente da faculdade, contribuindo para que a universidade seja um órgão formador de recursos humanos voltados para a realização de ações em saúde coletiva e para a atuação nos serviços nacionais de saúde bucal.

Serviços de integração docente-assistencial Relações Comunidade Estudantes de Odontologia

A Importância do Cirurgião-Dentista na Equipe Multidisciplinar para os Cuidados à Saúde da Criança no Âmbito Hospitalar

Gabriela Petri De Bortolo

Cirurgiã-dentista da Residência Multiprofissional em Saúde do Hospital - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Elâine Cristina Vargas Dadalto

Professora Doutora da Disciplina de Odontopediatria da UFES - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Ana Maria Martins Gomes

Professora Doutora da Disciplina de Odontopediatria da UFES - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Eduardo Filipe da Paz Scardua

Preceptor da Residência Multiprofissional em Saúde do HUCAM - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Bianca Scopel Costa

Preceptor da Residência Multiprofissional em Saúde do HUCAM - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Nas equipes multidisciplinares de saúde existe uma interrelação entre os diferentes profissionais envolvidos, que devem considerar o paciente como um todo, com atitude humanizada e abordagem mais ampla e resolutiva do cuidado em saúde. O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão de literatura sobre os campos de atuação do cirurgião-dentista (CD) como membro de uma equipe multiprofissional nos cuidados à saúde da criança em ambiente hospitalar. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados do Portal Regional da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), LILACS e SciELO com as palavras-chave “relações interprofissionais”, com os filtros “criança”, “odontólogos” e “hospitais", conforme registradas em Descritores em Ciências da Saúde (DeCS). Os resultados evidenciaram a importância da participação do cirurgião-dentista no contexto hospitalar como membro da equipe para uma atenção integral e humanizada da população assistida, englobando desde a promoção da saúde até o tratamento mais especializado de agravos no sistema estomatognático. O campo de atuação abrange o apoio à equipe nos cuidados, dinamização e otimização do trabalho interdisciplinar, desenvolvendo atividades assistenciais específicas da área, diagnóstico de patologias bucais que possam, inclusive, causar outros agravos à saúde geral, além de atuar como educador na prevenção de doenças e promoção de saúde bucal. Neste contexto, a incorporação do cirurgião-dentista na equipe multiprofissional pode contribuir para a visão holística que deve ser oferecida ao paciente hospitalizado para proporcionar bem estar e dignidade, prevenindo infecções, diminuindo tempo de internação e uso de medicamentos, tendo em vista que os problemas bucais podem interferir na saúde geral do indivíduo, assim como alterações sistêmicas podem se manifestar na cavidade bucal. Conclui-se que o CD pode atuar de forma abrangente no contexto hospitalar infantil, considerando os aspectos diferenciais deste ambiente no planejamento do tratamento odontológico e no trabalho multiprofissional, concretizando o conceito de atenção integral à saúde da criança.

Relações Interprofissionais Criança Hospitais

A importância do diagnostico no planejamento terapêutico de lesões fúngicas

Karolyne Garcia COLLI

Graduando - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Mylena Piantavinha ROZA

Graduando - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Tania Regina Grao VELLOSO

Doutora - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Murilo Auler e SALLES

Doutor - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Lucia Renata Meireles de SOUZA

Doutora - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Resumo: Introdução: Candidíase oral é uma lesão causada por leveduras do gênero Cândida, que apresenta espectro clínico bem variável. Podendo ser encontrada na forma de pseudomembrana, eritematosa, candidíase hiperplásica, quelite angular e estomatite protética. O principal agente etiológico é a C. albicans, no entanto, podemos encontrar outros agentes, como por exemplo: C. tropicalis, C. parapsilosis, C. krusei, C. guilliermondii, C. glabrata, C. kefyr, C. lusitaniae, C. viswanathii, C. famata, dentre outros. As espécies de Cândida residem como comensais, fazendo parte da microbiota normal dos indivíduos sadios e não necessariamente é indicativo de aparecimento da patologia. Todavia, quando há uma ruptura no balanço normal da microbiota ou o sistema imune do hospedeiro encontra-se comprometido, as espécies do gênero Cândida tendem a manifestações agressivas, tornando-se patogênicas, caracterizando-as como oportunistas. O tratamento da candidíase oral se dá pela utilização de antifúngicos, no entanto, devido à intensidade do uso clinico farmacológico não esclarecido destes, sem a identificação da espécie de Cândida e de sua sensibilidade a antifúngicos, há o surgimento de isolados resistentes ou mesmo redução na suscetibilidade a esses medicamentos, dificultando o tratamento da infecção. Objetivo: Divulgar a importância de um diagnóstico preciso de lesões fúngicas para um planejamento de tratamento adequado e eficaz. Metodologia: Foram realizadas pesquisas de artigos, disponibilizados nas bases de dados PubMed e Scielo, primeiramente, pré-selecionados por dois avaliadores individualmente e posteriormente, selecionados concomitantemente, para atingir os objetivos estabelecidos. Estes foram publicados nos últimos oito anos, com base em experimentos in vivo. Conclusão: Conclui-se que um diagnóstico correto influencia na elaboração de um plano de tratamento adequado e na prevenção do desenvolvimento de resistência à antifúngicos, fundamental para eficácia da terapêutica de candidemia.

Candidíase Bucal Candida Diagnóstico

A importância do enceramento diagnóstico e do mock-up na reabilitação estética e funcional do sorriso.

Marla Bremide dos SANTOS

Bacharel em Engenharia de Petróleo; Graduando em Odontologia - Universidade Vila Velha

Coautores:

Bianca Mataveli VIMERCATI

Doutorado - Universidade Vila Velha - Vitória - ES

Emanuely Ramalho GUEDES

Graduando em Odontologia - Universidade Vila Velha - Vitoria - ES

Carlos Henrique Moraes de MEDEIROS

Graduando em Odontologia - Universidade Vila Velha - Vitoria - ES

Introdução: A odontologia estética vem crescendo a cada dia, com a evolução do conhecimento e diagnóstico, bem como o desenvolvimento de novas técnicas e materiais restauradores, para auxiliar o cirurgião dentista, gerando novas alternativas que possibilitam resultados positivos para os pacientes, bem próximos do natural. O enceramento diagnóstico e o mock-up (ensaio restaurador direto) são exemplos dessas novas técnicas e vêm sendo amplamente utilizados, pois além de auxiliar na elaboração do plano de tratamento e na visualização do trabalho esperado, o paciente poderá ter uma prévia do tratamento proposto. O enceramento diagnóstico constitui parte importante do planejamento reabilitador, tendo como finalidade facilitar o diagnóstico e plano de tratamento, aliando princípios estéticos e funcionais, facilitando a apresentação e compreensão desses pelo paciente. Estes princípios é que vão assegurar a prevenção de possíveis disfunções têmporo-mandibulares, resultando em melhor equilíbrio do sistema estomatognático. O enceramento diagnóstico auxilia na avaliação do formato e volume dentário, dos determinantes de oclusão, em sua completa harmonização com o rosto e nas limitações do paciente, promovendo saúde e o resultado final desejado. Objetivo: revisar a literatura a respeito da função do enceramento diagnóstico e o ensaio restaurador direto (Mock-up), com foco no resultado estético e funcional final. Metodologia: Este trabalho foi realizado através de um levantamento bibliográfico de artigos científicos, do período de 2004 – 2016, utilizando as bases de dados eletrônicos Google Acadêmico, BIREME, com as seguintes palavras-chaves: Diagnóstico, Estética, planejamento. Conclusão: Concluiu-se com esse estudo que o enceramento diagnóstico possibilita o planejamento estético personalizado para cada paciente, bem como a realização do mock-up que permitem restabelecer o sorriso, resultando em uma perfeita função e estética, proporcionando equilíbrio e uma perfeita harmonia ao sistema estomatognático.

Diagnóstico Estética Planejamento

A utilização de anti-inflamatório não esteróide pela população idosa e o posicionamento da legislação brasileira

Jessica Silva BRITO

Aluna do Curso de Odontologia - Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Coautores:

Maria Emilia Santos Pereira RAMOS

Doutora em Farmacologia (UFC) - Universidade Estadual de Feira de Santana - Salvador - BA

Tercio Carneiro RAMOS

Doutor em Farmacologia (UFC) - Universidade Estadual de Feira de Santana - Salvador - BA

Entre as características clínicas da população idosa destaca-se a utilização de vários medicamentos, entre eles o uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINES). A frequência e o uso indiscriminado dessa classe de fármacos trazem consequências importantes para a saúde do idoso relacionado principalmente a alterações gastrointestinais, sanguíneas e renais. O presente estudo fez uma revisão integrativa objetivando entender o posicionamento dos órgãos regulatórios brasileiros quanto a prescrição e uso de AINES pela população idosa e os efeitos renais. Foram utilizados como banco de dados o PUBMED, LILACS, SciELO, BIREME e MEDLINE utilizando-se no final 30 artigos para construção do estudo. Identificou-se que países de primeiro mundo ja possuem criterios para usos de fármacos que possam comprometer a saúde do idoso destacando-se os Estados Unidos e Canadá; porém no Brasil ainda não há um cuidado específico baseado nas evidências científicas que controle tanto a prescrição quanto ao acesso a medicamentos como os AINES pela população idosa. Conclui-se que os AINES podem ser utilizados normalmente por pacientes que não apresentam comprometimentos renais, com critérios de uso inerentes a classe farmacologia. E que no Brasil existe a necessidade de se estabelecer critérios rigorosos, em lei, quanto ao uso e prescrição dos AINES pela população idosa.

anti-inflamatórios não esteróides uso idosos

ABORDAGEM CLÍNICA ODONTOLÓGICA DA DIABETES MELLITUS TIPO 1 E SUAS LIMITAÇÕES EM PACIENTES PEDIATRICOS: REVISÃO DE LITERATURA

Maria Helena Monteiro de Barros MIOTTO

Doutorado - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Felipe Augusto Silva de AZEVEDO

Graduando em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Renata Pittella CANÇADO

Doutorado - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Danielle Resende CAMISASCA Barroso

Doutorado - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Breno Monteiro TAVARES

Graduando em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

A Diabetes mellitus tipo 1 ou insulinodependente (DMDI) é a forma mais comum na infância. É uma doença metabólica associada a distúrbios hormonais, com hipo ou hiperglicemia e cetoacidose, devido a destruição ou defeito funcional das células beta pancreáticas por uma resposta autoimune mediada por anticorpos contra as células das ilhotas, resultando na perda da produção de insulina. Há alterações no metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas, com complicações envolvendo vários órgãos, sendo frequentes a retinopatia e a nefropatia diabética. A incidência do DMDI tem aumentado muito entre crianças e adolescentes. Aproximadamente 210.000 jovens apresentam a condição, sendo estimados 1 em cada 400 a 500 crianças e adolescentes. Objetivo: Realizar uma revisão da literatura esclarecendo a abordagem clínica mais adequada e as limitações no tratamento odontológico de pacientes com Diabetes mellitus. Métodos: Foi realizado uma revisão de literatura a partir de um levantamento bibliográfico de artigos na base de dados online PubMed, usando os descritores Diabetes melito, Diabetes mellitus, Type 1 Diabetes mellitus e através de consulta a livros. Resultados: Pacientes descompensados apresentam maior risco de doença renal, acidentes vasculares encefálicos, infartos e retinopatia. Um bom controle glicêmico (hemoglobina glicada HbA1c < 7%) gera menos complicações sistêmicas e menos mortes. O dentista deve conhecer a história médica do paciente, entender a doença diabetes, as consultas devem ser agendadas pela manhã, dieta e medicação devem sernormais no dia do procedimento, além disso o monitoramento da glicose sanguínea deve ser realizado. Conclusão: É importante que o paciente com diabetes esteja compensado para que haja um atendimento odontológico sem intercorrências. Contudo, a demora na cicatrização pode estar presente mesmo nos pacientes compensados.

Diabetes melito Diabetes mellitus Type 1 Diabetes mellitus

ALTERAÇÕES ARTICULARES E IMPLICAÇÕES BUCAIS EM PACIENTE ADULTO COM ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL - RELATO DE CASO

Ana Carolina Loyola BARBOSA

Graduanda de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES

Coautores:

Ana Paula Cunha da Silva COSTA

Doutora em Odontologia - PPM-Campos (Policlínica da PMERJ) e Clínica Odontológica Privada - Campos dos Goytacazes - RJ

Daniela Nascimento SILVA

Doutora em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Martha Chiabai Cupertino de CASTRO

Doutora em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Introdução: A artrite idiopática juvenil (AIJ) é uma doença autoimune de causa idiopática, geralmente acomete crianças antes dos 16 anos, pode ter remissão espontânea, mas em um terço dos casos pode se prolongar por toda vida do indivíduo adulto. As alterações nas articulações temporomandibulares (ATMs) acometem mais de 75% dos pacientes com AIJ, que podem apresentar dores articulares, crepitação e estalidos. As alterações das articulações dos dedos e punho dificultam a apreensão da escova dental para higiene bucal. Objetivo: Relatar as alterações articulares e as manifestações bucais associadas à AIJ em paciente adulto, enfatizando possíveis fatores etiológicos presentes. Método: Trata-se do relato do caso de um paciente do sexo masculino, 52 anos, portador de AIJ, que procurou atendimento na disciplina de Odontologia Restauradora Clínica da Universidade Federal do Espírito Santo. Resultados: O paciente relatou sensibilidade dentinária, dificuldade para se alimentar e dor nas ATMs. Manifestações bucais: cáries cervicais, erosões dentárias, xerostomia e redução do fluxo salivar. O paciente faz uso de metotrexato e ácido fólico para tratamento da AIJ. A radiografia das ATMs sugere redução dos espaços articulares e morfologia do côndilo direito alterada. As imagens de ressonância magnética das ATMs, padrão-ouro para visualizar alterações articulares na AIJ, evidenciam espículas ósseas e alterações degenerativas nos côndilos mandibulares e sinais de fibrose retrodiscal. A radiografia de mão e punho mostra anquilose e cistos nos ossos do carpo. Conclusão: Existe um risco significativo de alterações bucais em pacientes com AIJ pelo acometimento das ATMs, à falta de habilidade dos membros superiores afetando a escovação dentária, ao uso de medicações contendo açúcar, dentre outros fatores. Devido ao comprometimento sistêmico da AIJ e sua repercussão bucal, é importante a integração multiprofissional das áreas da saúde, para amenizar os sintomas e permitir melhor qualidade de vida para os pacientes. Aprovação CEP/UFES: 1.316.609. Data:10/11/2015.

Artrite reumatoide Manifestações bucais Articulação temporomandibular

Associação Brasileira de Odontologia - Seção Espírito Santo

Endereço:
R. Henrique Martins Rato, 40, Nossa Senhora de Fátima - Serra, ES, CEP 29160-812


Telefones:
- Geral: (27) 3395 1450
- Tesouraria: (27) 33951455 / 1456 
- Secretaria: (27) 33951460 / 1461 

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