Coes 2016

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ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO DE PACIENTES PEDIÁTRICOS PORTADORES DE HEMOFILIA

Cecília Silva PEREIRA

Acadêmica de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Natalia Simora RODRIGUES

Acadêmica de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Felipe Augusto Silva de AZEVEDO

Acadêmico de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Danielle Resende Camisasca BARROSO

Doutora em Patologia Oral pela UFF - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Maria Helena Monteiro de Barros MIOTTO

Doutora em Odontologia pela Universidade de Pernambuco - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

A hemofilia é um distúrbio genético caracterizado por um sangramento prolongado ocasionado pela diminuição ou ausência de um dos fatores de coagulação necessários para formação do coágulo sanguíneo. As duas formas mais comuns são a hemofilia tipo A, que se manifesta principalmente em homens, e a hemofilia tipo B, carregada tanto pelo homem quanto pela mulher. Pacientes portadores de coagulopatias, como a hemofilia, apresentam alto riso de sangramento na cavidade bucal, principalmente após procedimentos cirúrgicos, por esse motivo, ela deve ser detectada antes de qualquer tratamento odontológico. OBJETIVO: Apresentar aos cirurgiões dentistas as peculiaridades exibidas pela hemofilia, bem como seus impactos durante o atendimento odontológico. METODOLOGIA: Revisão de literatura das bases de dados BIREME e Scielo. Os descritores utilizados foram: Hemofilia; Coagulopatias; Odontopediatria. RESULTADOS: Os pacientes com coagulopatias podem ser submetidos a qualquer procedimento odontológico desde que sejam tomados os cuidados necessários. A odontologia para crianças com distúrbios hemorrágicos deve seguir uma filosofia preventiva. Em relação aos medicamentos, a aspirina e seus derivados são contraindicados e o uso de anti-inflamatório deve ser restrito, devido à atividade inibitória da agregação plaquetária. Se tratando de técnica anestésica, sempre que possível a anestesia troncular deve ser evitada, dando-se preferência às anestesias infiltrativas, intrapulpar e intraligamentar. Os procedimentos como dentística, ortodontia e endodontia não apresentam contraindicação e podem ser realizados rotineiramente. Já os procedimentos periodontais e cirúrgicos merecem maiores cuidados, devido ao risco de sangramento. CONCLUSÃO: O tratamento desses pacientes deve ser sempre bem planejado em conjunto como hematologista, visando maior segurança e conforto para o paciente e à equipe profissional. O cirurgião dentista deve estar preparado para oferecer o tratamento adequado a esses pacientes, o qual depende da severidade da doença e do tipo de procedimento a ser realizado.

Hemofilia Coagulopatias Odontopediatria

ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO DOMICILIAR

Evellyn de Sousa Simões GOMES

Acadêmica de Odontologia - UNIVERSIDADE VILA VELHA

Coautores:

Ludmilla Awad BARCELLOS

Mestre - - - ES

Introdução: A odontologia domiciliar pode ser considerada como mais uma área de atuação do cirurgião-dentista, com ênfase multidisciplinar, em que se avalia o paciente como um todo e contribui na promoção de uma qualidade de vida saudável e funcional. Objetivo: Realizar uma revisão da literatura sobre odontologia domiciliar. Metodologia: Busca de artigos científicos disponíveis nos bancos de dados Scielo, PubMed e Bireme no portal de periódicos CAPES no período de 1999 a 2016 utilizando os seguintes descritores: Odontologia Geriátrica. Dental Care. Assistência Domiciliar. Resultados: Foram encontrados 7 artigos. Os idosos dependentes e semi dependentes, bem como pacientes com algum tipo de incapacidade são o público alvo do atendimento odontológico domiciliar. Os idosos muitas vezes são comprometidos por diversas enfermidades como cardiopatias, diabetes, doença de Alzheimer e outras doenças relacionadas ao envelhecimento, o que exige dos profissionais um conhecimento ampliado capaz de atender às principais alterações sistêmicas e possíveis repercussões na cavidade bucal. É de extrema importância a manutenção da saúde bucal, a fim de minimizar ou eliminar reservatórios microbianos presentes na cavidade bucal. Conclusão: O atendimento domiciliar vem se tornando uma tendência mundial para a promoção e manutenção da saúde oral e sistêmica de pacientes dependentes e semi dependentes, bem como conscientizar e orientar familiares e cuidadores.

Odontologia Geriátrica Dental Care Assistência Domiciliar

ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO EM CRIANÇAS COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

Natalia Simora RODRIGUES

Acadêmica de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Cecília Silva PEREIRA

Acadêmica de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - VITÓRIA - ES

Felipe Augusto Silva de AZEVEDO

Acadêmico de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - VITÓRIA - ES

Maria Helena Monteiro de Barros MIOTTO

Doutora em Odontologia pela Universidade de Pernambuco - Universidade Federal do Espírito Santo - VITÓRIA - ES

Renata Pittella CANÇADO

Doutora em Cirurgia Bucomaxilofacial pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. - Universidade Federal do Espírito Santo - VITÓRIA - ES

A etiologia e a incidência da Insuficiência Renal Crônica (IRC) variam em função da idade. Dependendo do estágio da IRC por ocasião do diagnóstico e da idade da criança na instalação da doença, o paciente pode apresentar: déficit no desenvolvimento estatural, anemia, doença óssea renal, hipertensão e doença cardiovascular. Como tratamento da IRC, são necessárias terapias de suporte renal, como diálise peritoneal, hemodiálise ou transplante renal. Além disso, crianças com IRC podem apresentar manifestações bucais que necessitam de cuidados odontológicos. Objetivos: Este trabalho tem por objetivo ampliar o conhecimento do cirurgião-dentista acerca da IRC em crianças e apresentar os cuidados necessários no atendimento odontológico nessas crianças. Metodologia: O trabalho consiste em uma revisão de literatura científica especializada no banco de dados Scielo, Lilacs e Bireme entre o período de 2008 a 2016. As palavras-chaves utilizadas foram: Insuficiência Renal Crônica; Odontopediatria; Manifestações Bucais. Resultados: Antes dos 5 anos, são frequentes malformações congênitas e uropatias obstrutivas. Dos 5 aos 15 anos são mais prevalentes doenças renais adquiridas e hereditárias. A IRC antes da puberdade é capaz de alterar os dentes, em decorrência da hipoplasia de esmalte, manchas nos dentes, crescimento mandibular e maxilar alterados, maloclusão e erupção tardia da dentição. Além disso, o paciente pediátrico pode apresentar candidose, inflamação e o aumento da parótida, úlceras na mucosa oral, gengivite ulcerativa necrosante aguda, periodontite e o paciente pode queixar-se de gosto ruim e halitose devido a presença de ureia na saliva. Durante o tratamento odontológico é necessário evitar drogas nefrotóxicas que agravem o quadro renal, como antiinflamatórios não esteroidais e penicilinas, e priorizar o tratamento de lesões que interferem na qualidade de vida desses pacientes. Conclusão: O tratamento odontológico das crianças com IRC requer uma série de cuidados de que o dentista deve estar ciente.

Insuficiência Renal Crônica Odontopediatria Manifestações Bucais

Atribuições dos Auxiliares de Saúde Bucal

Rodrigo Bergami de CARVALHO

Acadêmico - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Ana Carina Rothechedl CAVALIERI

Acadêmica - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Renata Pittella CANÇADO

Doutora em Cirurgia Bucomaxilofacial - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Deise Berger VELTEN

Mestre em Saúde Coletiva - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Maria Helena Monteiro de Barros MIOTTO

Doutora em Saúde Coletiva - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Introdução: Nas últimas décadas a Odontologia cresceu muito nos centros urbanos e com isso, tornou-se cada vez mais necessária a presença de um auxiliar para aumentar a qualidade dos procedimentos odontológicos, a produtividade dos consultórios e diminuir o custo da hora trabalhada. A maioria dos auxiliares atuava no mercado de trabalho apenas com o treinamento dado pelo próprio cirurgião-dentista e, não possuíam conhecimento suficiente e formação adequada. Após o reconhecimento da profissão de Auxiliar de Saúde Bucal, padrões passaram a ser exigidos pela Lei 11.889, que regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal (TSB) e de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Objetivo: Verificar as atribuições do auxiliar em saúde bucal tanto no setor publico quanto privado. Metodologia: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica com base em artigos publicados e na legislação vigente no país. Resultados: Sob a supervisão do cirurgião-dentista ou do técnico em saúde bucal, compete ao ASB: executar atividades de higiene bucal; processar filme radiográfico; preparar o paciente para o atendimento; auxiliar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares; manipular materiais de uso odontológico; selecionar moldeiras; preparar modelos em gesso; registrar dados; executar assepsia, desinfecção e esterilização do instrumenta; realizar o acolhimento do paciente; aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários; realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal. Vedado ao auxiliar em saúde bucal: exercer a atividade de forma autônoma; prestar assistência, direta ou indiretamente, a paciente, sem supervisão; fazer propaganda de seus serviços. Conclusão: É importante se conhecer as atribuições do ASB para se adequar a regulamentação vigente, essencial para não se cometer uma infração ética por parte do dentista e do ASB.

Odontologia Legislação odontológica Prática profissional

AUTONOMIA: UM PRINCÍPIO DA BIOÉTICA INTERFERINDO NA RELAÇÃO PROFISSIONAL PACIENTE

Helena Reis CORRÊA

Graduanda pela Universidade Federal do Espírito Santo - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Joseph Cotta VIANA

Graduando pela Universidade Federal do Espírito Santo - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Deise Berger VELTEN

Mestre em Saúde Coletiva e Professora substituta da Universidade Federal do Espírito Santo - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Renata Pittella CANÇADO

Doutora em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial e Professora da Universidade Federal do Espírito Santo - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Maria Helena Monteiro de Barros MIOTTO

Doutora em saúde coletiva e professora da Universidade Federal do Espírito Santo - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Introdução: A teoria dos princípios, como o da autonomia, foi criada no meio de revoluções democráticas e são importantes e úteis na avaliação da ética Biomédica. Objetivo: Verificar a literatura dos últimos dez anos em relação ao princípio da bioética-Autonomia. Metodolodia: Foi realizada uma revisão da literatura nos últimos dez anos utilizando as palavras chave: Bioética; Autonomia, Autodeterminação, Odontologia. Resultados: A autonomia, também conhecida como autodeterminação, foi materializada por meio das revoluções democráticas e filósofos como Kant e John Lock e já se entremeou nos Códigos de Ética, refletindo-se nos direitos do paciente. Em todas as análises e abordagens às discussões acerca da natureza ética temos o referencial de autonomia, uma vez que pode ser considerado um elemento necessário para a igualização da ética. A autonomia se associa em alto grau com o ser humano, sua dignidade e a desumanização. Através do referencial da autonomia que atualmente existe, deve-se empenhar para a proteção da humanização. Conclusão: A presença dos fatores como a humanização, cidadania, ética e prevenção no atendimento odontológico é essencial. Profissionais da área odontológica são expostos diariamente com problemas éticos referentes a paciente, organização dos serviços de saúde, relacionamento com outros profissionais da área e com a sociedade como um todo. Muitos dos profissionais não estão aptos a lidar com questões do caráter ético, o que pode levá-los a vivenciar situações de conflitos no exercício de sua profissão.

Bioética Autonomia Odontologia

AVALIAÇÃO DA ADAPTAÇÃO MARGINAL DE COROAS PRODUZIDAS PELOS SISTEMAS CAD/CAM – REVISÃO DE LITERATURA

Mariana Itaborai Moreira FREITAS

Graduanda em odontologia pela FAESA - FAESA

Coautores:

Roberta Pinto PEREIRA

Graduanda em odontologia pela FAESA - FAESA - Vitória - ES

Gabriela Cassaro de CASTRO

Especialista em Prótese Dental, Mestre e Doutora em Clínica Odontológica -Prótese Dental pela FOP/Unicamp. Professora de Odontologia da FAESA. - FAESA - Vitória - ES

O sistema CAD/CAM foi introduzido na odontologia com o intuito reduzir erros humanos na confecção de peças protéticas, de forma a otimizar o tempo e adaptação marginal. Mostrou-se como um método econômico e reprodutível, gerando redução significativa do tempo de trabalho em laboratório, Contudo, ainda se discute a adaptação marginal de peças protéticas confeccionadas por esses sistemas. Objetivos: O objetivo neste estudo foi realizar uma revisão da literatura sobre a adaptação interna e marginal de coroas produzidas pelos sistemas CAD/CAM disponíveis no mercado. Métodos: Foi realizada uma revisão de literatura com artigos indexados em base PUBMED e MEDLINE, utilizando as palavras-chave: CAD/CAM, marginal-internal adaptation, Cerec, Procera, Everest, E-max zircad, Zirkozan, Lava e Zircônia fresada. Resultados: Após a revisão de literatura observou-se que os elementos fabricados pelo sistema CAD/CAM (Procera, Lava, Cerec, Zircônia fresada, E-max zircad, Zirkozan e Everest) demonstraram possuir adaptação marginal média considerada aceitável para aplicação clínica. Na confecção de próteses parciais fixas, o sistema Everest apresentou melhor adaptação marginal que o sistema Lava. Já o sistema Zirkozan quando utilizado para confecção de próteses parciais fixas sobre implantes e submetido a uma carga cíclica, apresenta gap marginal menor comparado com o sistema Cerec 3. Conclui-se que a adaptação interna e marginal dos sistemas CAD/CAM (Cerec, Everest, Procera, E-max zircad, Zirkozan, Lava e Zircônia fresada) é clinicamente aceitável, não ultrapassando os parâmetros clínicos de 100 a 120 μm para as fendas marginais.

materiais dentários CAD-CAM Procera

Avaliação da associação entre corrosão e diminuição da resistência à fratura de um pino intrarradicular metálico fundido

Carolina Santos Santana FERREIRA

Mestre em Clínica Odontológica (UFES) - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Claudia Machado de Almeida MATTOS

Doutora em Engenharia Mecânica (UFMG) - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Estevam Barbosa de LAS CASAS

Doutor em Engenharia Civil (Purdue University, EUA) - Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte - MG

Jackeline Coutinho GUIMARÃES

Doutora em Odontologia (UFSC) - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Dentes tratados endonticamente geralmente requerem restaurações por meio de pinos e coroas. O conhecimento da biomecânica oclusal e de como as forças mastigatórias são distribuídas na estrutura dentária e nos materiais restauradores é importante para elucidar e prevenir as possíveis falhas desses tratamentos restauradores. Os pinos podem fraturar por várias razões, relacionadas ao planejamento e à execução. Objetivos: Com base na falha clínica de um pino metálico de Cobre e Alumínio, os fatores biomecânicos responsáveis pela fratura do pino foram analisados. Métodos: A seção fraturada foi medida e, baseando-se nas propriedades da liga metálica, os efeitos da erosão por corrosão, da fadiga e da flexão foram investigados. Resultados: As tensões normais devido às cargas axiais de compressão aumentaram aproximadamente 31% devido à corrosão como consequência de uma redução de 24% na área da seção transversal do pino. A resistência do pino à flexão foi reduzida em 67% do seu valor inicial. A diminuição da área resultante da erosão por corrosão reduziu a resistência do pino às tensões normais de compressão e de flexão. Indiretamente, a corrosão pode ter tido um papel adicional no processo de falha do pino pela criação de defeitos da superfície que podem ter levado à concentração de tensões.

Corrosão Dente não vital Técnica para retentor intrarradicular

AVALIAÇÃO DA COR DAS CERÂMICAS DE DISSILICATO DE LÍTIO CIMENTADAS COM DIFERENTES CIMENTOS RESINOSOS

Caíque Araujo SIQUEIRA

Graduando em Odontologia - Ufes

Coautores:

Ludmila Machado TAVARES

Graduada em Odontologia - Ufes - Vitória - ES

Lucas Campagnaro MACIEL

Mestrado Profissional em Clínica Odontológica - Ufes - Vitória - ES

Luiz Gustavo Dias DAROZ

Doutor e Professor Adjunto I da Ufes - Ufes - Vitória - ES

Marcelo Massaroni PEÇANHA

Doutor e Professor Titular da Ufes - Ufes - Vitória - ES

Introdução: Restaurações em cerâmica pura tem sido cada vez mais indicadas e utilizadas nas reabilitações orais onde há necessidade estética associada a adequado comportamento mecânico. Dentre elas destaca-se a cerâmica de dissilicato de lítio por apresentarem características favoráveis a essa utilização. Com isso, tem se desenvolvido estudos para avaliar propriedades físicas e mecânicas desses materiais para que essas consigam mimetizar o dente natural. Objetivo: Avaliar a alteração de cor da cerâmica a base de dissilicato de lítio após a cimentação com diferentes tipos de cimentos resinosos, por meio do uso de um espectrofotômetro. Metodologia: Foram fabricados dez discos de cerâmica de dissilicato de lítio com espessura 1 mm. Os discos foram cimentados sobre discos de resina composta com os dois tipos de cimentos resinosos (convencional RelyX ARC e autoadesivo Rely X U200). A leitura da cor das amostras foi medida por espectrofotometria, com uma medição inicial logo após cimentação com amostras secas, estas foram estocadas em recipiente com água destilada e levadas para estufa a 37°C, após 24 horas foi realizada uma nova medição, e uma última medição 10 dias depois. Após a leitura de cor foi realizado uma média dos valores de acordo com sistema CIE L* a* b*. Resultados: A análise estatística (ANOVA 1 way, p=0,05) mostrou que não houve diferença em nenhuma das etapas dos grupos. Conclusão: Ambos os cimentos não apresentaram alteração de cor após cimentação. O cimento autoadesivo pode ser indicado para cimentação de próteses que possuam espessura superior a 1 mm sem prejuízo estético.

Cerâmicas Cor Cimentação

AVALIAÇÃO DA FLUORESCÊNCIA EM RESINAS COMPOSTAS DE DIFERENTES MARCAS COMERCIAIS

Paula Aquino SILVA

Estudante de graduação - Universidade Vila Velha

Coautores:

Bianca VIMERCATI

Doutorado em Dentística - Universidade Vila Velha - Vila Velha - ES

Stéfani Mar ATHAYDE

Estudante de graduação - Universidade Vila Velha - Vila Velha - ES

Introdução: A estrutura dental apresenta fenômenos ópticos, dentre os quais a fluorescência. Essa condição ocorre quando o dente é exposto à luz ultravioleta, gerando a emissão de energia luminosa, que cessa imediatamente após a fonte de excitação ser removida. Para obtenção da estética necessária em procedimentos restauradores em resina composta, deve-se considerar esse fator na seleção do sistema restaurador, com o objetivo de reproduzir as características dos dentes naturais. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi avaliar o grau de fluorescência entre quatro diferentes marcas de resinas compostas, Filtek Z350XT (3M/ESPE), Empress Direct (Ivoclar), Llis (FGM) e Natural Shade (DFL) na cor A2 de dentina e esmalte. Materiais e Métodos: Foram confeccionados 16 corpos de prova (CP), sendo quatro CP de cada marca (dois de dentina e dois de esmalte), com 10mm de diâmetro e 2mm de espessura, obtidos a partir de uma matriz de aço inoxidável (Odeme Dental Research). A intensidade de fluorescência foi medida através do espectrofluorímetro LS55 (Parkin-Elmer), aparelho que avalia os espectros de absorção de uma molécula. Resultados: Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística, sendo possível observar que: as médias do comprimento de onda se diferiram entre as marcas para a dentina e esmalte, sendo a marca Filtek Z350XT a que apresentou menor comprimento de onda, as outras marcas foram consideradas semelhantes em suas médias. Em relação à intensidade não houve diferença entre a dentina e o esmalte para nenhuma marca estudada, sendo consideradas estatisticamente semelhantes. Conclusão: Resinas compostas de uma mesma marca apresentam fluorescência semelhante para esmalte e dentina. Comparando as diferentes marcas, a que apresentou diferença significativa de fluorescência foi a Filtek Z350XT, apresentando menor comprimento de onda.

Fluorescência Resinas Compostas Materiais Dentários

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DE COPINGS DE SISTEMAS CERÂMICOS UTILIZADOS EM PRÓTESE FIXA SOBRE IMPLANTE

Clara Barboza BRAHIM

Cirurgiã-dentista - São Leopoldo Mandic Campinas/SP

Coautores:

Jimmy de Oliveira ARAUJO

Mestre em Prótese Dentária - Universidade Vila Velha - Vila Velha - ES

Marcel PAES

Mestre em Prótese Dentária - Associação Brasileira de Odontologia - São Paulo - SP

Caio Chaves GUIMARÃES

Mestre em Disfunção Temporomandibular - Associação Brasileira de Odontologia - Dourados - MS

Arlinda Lúcia Zocatelli CALENZANI

Mestre em Prótese Dentária - ESFA - Vitória - ES

A falha de resistência à fratura dos materiais cerâmicos tem causado elevadas taxas clínicas de fracassos. Objetivo: No presente estudo foi avaliar a resistência à compressão de copings confeccionados em In-Ceram Alumina (VITA) e em policristais de zircônio tetragonal estabilizada por ítrio (PZT-Y) LAVA. Métodos: Foram fixados 20 análogos de implantes em uma resina acrílica, e os 20 copings de In-Ceram Alumina (VITA) e em PZT-Y (LAVA) foram fabricados, cimentados e submetidos a uma carga de compressão axial para obtenção dos valores de resistência à fratura. Resultados: Encontrou-se no grupo do In-Ceram Alumina um valor menor da força resistente característica à compressão, maior dispersão e um maior valor de desvio padrão, enquanto que no grupo PZT-Y (LAVA) apresentaram um valor maior da força característica à compressão, menor dispersão e um menor valor de desvio padrão (fck = 657,74 N para PZT-Y Lava e fck = 299,38 N para o In-Ceram Alumina). Concluiu-se que apesar do número reduzido de amostras terem sido testadas (10 amostras de cada material), os resultados foram utilizados para calcular a força resistente característica à compressão das próteses, de forma estatisticamente confiável, usando-se as propriedades do ajuste de uma curva Normal reduzida. Em função dos resultados desta pesquisa a confiabilidade é mais alta para a prótese em PZT-Y quando comparada à prótese In-Ceram Alumina. Aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Pesquisa Odontológico São Leopoldo Mandic Campinas/SP em 30/08/2010, sob o protocolo n° 2010/0318.

Zircônio Prótese parcial Óxido de Alumínio

Associação Brasileira de Odontologia - Seção Espírito Santo

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R. Henrique Martins Rato, 40, Nossa Senhora de Fátima - Serra, ES, CEP 29160-812


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