Coes 2016

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Avaliação da saúde bucal e de alguns parâmetros salivares em crianças com síndrome de Down.

Ingrid Tigre RAMOS

Mestranda - UFES

Coautores:

Ana Maria Martins GOMES

Doutora - UFES - Vitória - ES

Deise Mothé de LIMA

Graduanda - UFES - Vitória - ES

A síndrome de Down é uma anomalia genética causada por um cromossoma extra no par 21 (trissomia do cromossoma 21) que em geral ocorre no início da gravidez, devido a não disjunção meiótica desse cromossoma. Crianças e jovens portadores da síndrome tem características físicas semelhantes, e estão sujeitos a algumas doenças. Certos fatores podem tornar as crianças deficientes mais suscetíveis a problemas dentários do que as crianças saudáveis. São eles: dieta, função muscular, higiene bucal, uso de medicação, fluxo salivar e capacidade tampão. O objetivo desta pesquisa é avaliar em pacientes portadores da síndrome de Down: O fluxo salivar, pH e capacidade tampão da saliva, a higiene bucal, a frequência e o uso de medicamentos cujos efeitos colaterais reduzem o fluxo salivar em comparação com a um grupo controle. Foram selecionadas 11 crianças portadoras da síndrome de Down e 11 crianças sem a síndrome, com idade entre 6 e 12 anos. Após a aprovação do projeto pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Espírito Santo e assinatura do Termo de Consentimento livre e esclarecido aos pais e/ou responsável legal e do termo de Assentimento pelas crianças e após o preenchimento da ficha clínica e realização da anamnese foi realizada a coleta da saliva e avaliação do pH, fluxo e capacidade tampão da saliva. No grupo com SD, a média de fluxo salivar foi de 1,5ml, enquanto no grupo controle foi 2,63ml. O pH e a capacidade tampão da saliva no grupo SD foi 7,19 e 2,51 respectivamente. Enquanto no grupo controle esses valores foram 7,63 e 3,51. Parecer CEP: 1.248.990 Data: 29 de Setembro de 2015

Down Syndrome Disabled Children Saliva

Avaliação do conhecimento dos estudantes da UFES sobre Radiologia Odontológica

Lucas Caetano de OLIVEIRA

Graduando em Odontologia - UFES

Coautores:

João Marcos Freitas SILVA

Graduando em Odontologia - UFES - Vitória - ES

Breno Gonçalves DAROZ

Graduando em Odontologia - UFES - Vitória - ES

Sergio Lins de-Azevedo-VAZ

Doutor em Radiologia Odontológica pela Universidade Estadual de Campinas (2012 e 2013) - UFES - Vitória - ES

Teresa Cristina Rangel PEREIRA

mestrado em Radiologia Odontológica pela Universidade Estadual de Campinas (1997) - UFES - Vitória - ES

Resumo: Introdução: Diversas condutas inadequadas relacionadas ao processamento radiográfico, radioproteção e biossegurança, por parte dos profissionais cirurgiões-dentistas são relatadas na literatura. Condutas estas ensinadas e fundamentadas pelos estudantes no decorrer do curso de graduação em Odontologia, embora sejam escassos os trabalhos que avaliem a educação formativa em Radiologia. Objetivo: O propósito deste estudo foi investigar o conhecimento teórico de estudantes de Odontologia da UFES acerca de conceitos básicos em Radiologia Odontológica. Materiais e métodos: Questionários autoadministrados previamente validados foram aplicados aos estudantes do 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º e 10º períodos da graduação contendo perguntas fechadas (tipo “Sim/Não/Não sei”) relacionadas a três domínios da Radiologia Odontológica: Princípios gerais, Radiobiologia e Radioproteção, Técnica e Interpretação. Os dados foram submetidos ao teste de Qui-quadrado (α = 5%). Resultados: A taxa de resposta foi de 46,57% (n = 163). Observou-se um nível de conhecimento satisfatório de uma forma geral (64,04% de respostas corretas). Os 6º e 7º períodos obtiveram, respectivamente, as menores (58,4%) e maiores (68,7%) taxas de respostas corretas (p < 0,05). Quando se analisou os domínios do questionário isoladamente, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes (p > 0,05). Conclusão: O conhecimento dos estudantes de Odontologia da UFES sobre Radiologia Odontológica mostrou-se satisfatório. Embora um aumento na frequência de respostas corretas tenha sido observado no 7º período, no geral, essas taxas não apresentaram correlação com o avançar dos estudantes no curso. Número do protocolo de aprovação do CEP: CAAE 31445414.6.0000.5060 Parecer CEP/CCS/UFES nº 700.060 de 25/06/2014.

radiografia dentária. radiologia Estudantes de odontologia

Biomecânica em dentes tratados endodonticamente restaurados com pinos e núcleos

Gabriela Guimarães SOELLA

Mestrado - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Valéria da Penha FREITAS

Doutorado - São leopoldo Mandic - Vitória - ES

Marcio Alberto TAVARES

Especialização em Prótese Dentária - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Jackeline Coutinho GUIMARÃES

Doutorado - Universidade federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Selva Maria Gonçalves GUERRA

Doutorado - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Durante o projeto de reconstrução de elementos dentais que perderam parte de sua estrutura natural, a resistência mecânica é considerada uma importante propriedade. Os materiais restauradores, assim como os dentes, são submetidos às solicitações mecânicas originadas durante o ciclo mastigatório, sendo assim fundamental o conhecimento de conceitos de biomecânica e o comportamento mecânico dos diferentes sistemas restauradores antes de sua aplicação. Em dentes tratados endodonticamente, é freqüente a utilização dos sistemas de pinos e núcleos, disponíveis em diferentes materiais e formas. Porém, falhas no dente ou no sistema podem ocorrer. A indicação clínica de um sistema de pino e núcleo precisa ser realizada tendo o conhecimento das propriedades mecânicas do material e do comportamento mecânico do dente quando restaurado com esses sistemas. Objetivos: Fornecer, através de uma revisão literária, informações sobre as propriedades mecânicas dos diferentes sistemas de pinos e núcleos e os resultados das análises comparativas de ensaios mecânicos de dentes restaurados com ou sem o uso desses sistemas, incluindo os conceitos básicos das propriedades mecânicas dentais para auxiliar a análise dos trabalhos. Métodos: Foram incluídos nesta revisão os estudos listados na base de dados eletrônica MEDLINE no período de 1975 a 2016. Os trabalhos deveriam avaliar a resistência de união ou resistência à fratura de dentes tratados endodonticamente restaurados com diferentes sistemas de pinos e núcleos. Resultados: Foi observada uma unanimidade de opinião entre os pesquisadores quanto à relação direta entre a resistência do dente e a quantidade de dentina presente no elemento dental. Além disso, acredita-se que a função dos sistemas de pinos e núcleos seja a de fornecer retenção para a restauração. As limitações nos ensaios mecânicos precisam ser analisadas com cautela para evitar extrapolação de resultados laboratoriais para a aplicação clínica, pois não existem normas indicando ao clínico qual sistema utilizar em determinada situação.

Dente tratado endodonticamente Pinos dentários Dente desvitalizado

CALCITONINA DE SALMÃO NO TRATAMENTO DE QUERUBISMO: REVISÃO DA LITERATURA

Felipe Augusto Silva de AZEVEDO

Graduando em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Kleber Ros SANTOS

Graduando em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Rossiene Motta BERTOLLO

Doutorado em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Martha Alayde Alcântara SALIM

Doutorado em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Daniela Nascimento SILVA

Doutorado em Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitória - ES

Introdução: Querubismo é uma patologia óssea rara, benigna e de início precoce, que tem o seu desenvolvimento geralmente aos 3 anos de idade, herdada como um traço autossômico dominante com alta penetrância e expressividade variável. A doença é resultante de reabsorções ósseas multiloculares preenchidas por tecidos fibrosos no interior dos ossos maxilares, que começam a regredir com o início da puberdade, entretanto os maxilares podem permanecer aumentados. A lesão causa expansão progressiva e indolor, geralmente bilateral e simétrica. Os portadores dessa condição podem apresentar diversos problemas, dentre eles podemos destacar: estéticos, repercussões psicológicas, dificuldades respiratórias, de deglutição e fonação, alterações visuais, que podem comprometer a integração social e a qualidade de vida. Objetivo: Realizar uma revisão narrativa da literatura sobre o uso da calcitonina de salmão no tratamento de querubismo. Métodos: Foi realizada uma revisão da literatura a partir de levantamento bibliográfico de artigos em bases de dados online PubMed, LILACS através do portal periódicos Capes utilizando os seguintes descritores: Querubismo, Reabsorção óssea, Calcitonina, em português, e respectivos termos em inglês: Cherubism, Bone resorption, Calcitonin. Resultados: A calcitonina na dose de 200 UI spray nasal causa a inibição da reabsorção óssea das células multinucleadas de querubismo, devido ao fato desse hormônio possuir a capacidade de mudar a forma dessas células, reduzindo a motilidade celular. Conclusão: O uso de calcitonina sistêmica como uma terapia alternativa à cirurgia em lesões de pacientes portadores de querubismo, vem demonstrando promover regressão e estabilização das lesões ativas. É um procedimento menos invasivo, possui menor risco e por proporcionar neoformação óssea permite posterior cirurgia cosmética, principalmente nos casos graves, que acometem grandes porções dos ossos maxilares. Recomenda-se controle clínico e radiográfico periódico para avaliar a terapia a longo prazo e maior número de estudos para consolidar a indicação e aumentar a segurança do seu uso.

Querubismo Reabsorção óssea Calcitonina

CÉLULAS-TRONCO NA ODONTOLOGIA

Mariana Zanão

Estudante - Universidade de Vila Velha

Coautores:

Ludmilla Awad Barcellos

Doutorado - Universidade de Vila Velha - Vitória - ES

Introdução: A biologia molecular e celular vêm contribuindo para o desenvolvimento de técnicas na área de reparo e regeneração de órgãos e tecidos lesados por doenças, como deformidades congênitas e traumas, com utilização de células-tronco na odontologia.As principais fontes envolvem a polpa dental de dentes decíduos, ligamento periodontal, papila apical e folículo dental. Objetivo: Discutir o uso de células-tronco na odontologia, ressaltando as suas principais aplicações na área. Metodologia: Busca de artigos científicos disponíveis nos bancos de dados eletrônicos Sciello, PubMed, Bireme e portal de periódicos CAPES no período de 2003 a 2016 utilizando os seguintes descritores,“células tronco”, “tecidos” e "odontologia”.Resultados: Foram selecionados 10 artigos. O uso de células-tronco na odontologia teve início com características peculiares encontradas na polpa de dentes permanentes. Estas células são altamente proliferativas, e apresentam capacidade de auto renovação. São encontradas em células mesenquimais presentes na região periodontal e na polpa dental, em especial a de dentes decíduos, no folículo dental e na papila apical. A utilização clínica das células-tronco na odontologia ainda não é uma realidade. Embora ainda em fase de pesquisa, pode-se dizer que as células-tronco terão três áreas de aplicação principais: formação de tecidos dentais, construção de elemento dental por inteiro em laboratório e para formar tecidos não dentais.Conclusão: Apesar de um grande avanço da bioengenharia com as células-tronco provenientes de tecidos bucais, ainda não se tem aplicações na odontologia, porém em um futuro próximo as técnicas poderão ser aplicadas na reabilitação endodôntica e periodontal, ainda que, a ciência se encontra distante de desenvolver órgãos dentários completos, devido a mecanismos complexos da formação dentária.

Células-tronco Tecidos Odontologia

Cirurgia Ortognática e Qualidade de Vida: Uma Revisão de Literatura

Waltencyr Mendes PEREIRA NETO

Residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial - Hospital Meridional

Coautores:

Discrepâncias esqueléticas e dentofaciais podem influenciar na qualidade de vida dos pacientes através da aparência facial, função oral ou por ambas. A cirurgia ortognática tem como objetivo corrigir essas discrepâncias relacionais maxilares e, por conseguinte, estabelecer o equilíbrio entre a face e o crânio. Atualmente há muitos estudos que se dedicam ao entendimento e melhoria das técnicas cirúrgicas para correção dessas discrepâncias, mas poucos se concentram em entender o impacto dessas correções na vida dos indivíduos. O presente estudo teve como objetivo revisar a literatura para compreender o impacto da cirurgia ortognática na qualidade de vida dos pacientes. Essas deformidades dentofaciais tem uma maior influência social negativa, uma vez que se associa estética e limitações funcionais, sendo que mulheres podem se apresentar mais sensíveis a isso. Indivíduos com essas deformidades são considerados deficientes, funcionalmente e/ou socialmente, encontrando-se fora dos padrões impostos e dificultando sua inserção social, resultando em uma baixa autoestima e qualidade de vida menor quando comparada à população em geral. Isso se reflete nos motivos da busca por cirurgia, sendo a estética a motivação principal relatada pelos pacientes na maioria dos estudos. Muitas pesquisas obtiveram scores altos quanto ao aumento da qualidade de vida nos pacientes submetidos à cirurgia ortognática, apesar disso analisar os sentimentos dos pacientes quanto à cirurgia é também de extrema importância e pode refletir nos resultados dos pacientes. Esse estudo pode concluir que apesar de uma deterioração temporária durante o tratamento, a qualidade de vida tem uma evidente melhora após o período pós-operatório; mas para o total sucesso é de extrema importância uma ótima relação profissional-paciente, não dependendo apenas da técnica cirúrgica.

Cirurgia Ortognática Qualidade de Vida Anormalidades Maxilofaciais

Cirurgia Paraendodôntica em dentes portadores de lesões persistentes e retentores intra-radiculares: relato de caso clínico.

Giuliane Costa Moreira GÓES

Acadêmica de Odontologia - Universidade Federal do Espírito Santo

Coautores:

Francisco Carlos RIBEIRO

Doutorado - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitoria - ES

Renato de Aguiar RIBEIRO

Doutorado - Universidade Federal do Espírito Santo - Vitoria - ES

Kleber Borgo KILL

Doutorado - Universidade Vila Velha - Vitoria - ES

Patrícia Arezi Peixoto DUMER

Mestrado - - Vitoria - ES

Introdução: A Endodontia tem experimentado significantes mudanças nas últimas décadas, principalmente no que diz respeito a variedade de novos instrumentos com diferentes designers e acionados a motor. Tal fato contribuiu para se constar um aumento significativo na prevalência de sucesso dos tratamentos endodônticos, em especial naqueles portadores de polpa vital. Entretanto, dados não são tão promissores em dentes portadores de periodontites apicais de origem inflamatória e, menos ainda, em retratamentos. Dessa forma, a cirurgia paraendodôntica representa uma alternativa viável nos casos de lesões periapicais persistentes à terapia endodôntica convencional. Objetivos: O objetivo desse trabalho é apresentar dois casos clínicos de dentes portadores de retentores intra-radiculares e tratamento endodôntico convencional submetidos a cirurgia paraendodôntica. Métodos: Os procedimentos cirúrgicos realizados constituíram-se de apicetomia, retropreparo, seguida por retrobturação com MTA dos dentes 14 e 15 que apresentavam radiograficamente imagem radiolúcida na região e ao exame clínico da paciente, foi observada sensibilidade dolorosa a palpação e percussão e a presença de coroas unitárias adaptadas e satisfatórias. Após a cirurgia, os ápices removidos foram enviados para microscopia eletrônica de varredura (MEV). Resultados: Os resultados revelaram áreas de reabsorções na superfície externa da raiz estendendo-se para o interior do canal radicular resultando em alterações morfológicas significantes no contorno do forame apical. As proservações de 1 ano e após 7 anos evidenciaram, por meio de sinais clínicos e radiográficos a reparação sugestiva da área lesionada. Conclusão: Pode-se concluir que é o objetivo geral da cirurgia paraendodôntica, ser uma alternativa para a manutenção dos elementos dentários após a endodontia convencional ter esgotado suas possibilidades terapêuticas. ABO-ES FR 186937- 25/08/2008.

Endodontia Prótese Dentária Procedimentos Cirúrgicos Bucais

Cisto do ducto nasopalatino: diagnóstico e conduta

Isabella Cardoso Coimbra de ALMEIDA

Aluna do curso de Odontologia da FAESA - FAESA

Coautores:

Ligia Buloto SCHMITD

Doutoranda em Patologia Bucal; Professor da FAESA - FAESA - Vitória - ES

Fernanda Mombrini PIGATTI

Doutora em Patologia Bucal; Professora da FAESA - FAESA - Vitória - ES

Zilda Fagundes Lima OLIVEIRA

Mestre em Radiologia; Professora da FAESA - FAESA - Vitória - ES

Fabiana de Freitas BOMBARDA-NUNES

Mestre em Estomatologia e Radiologia; Professora da FAESA - FAESA - Vitória - ES

O cisto do ducto nasopalatino (CDNP) ou cisto do canal incisivo é um cisto não-odontogênico, originado dos remanescentes do ducto nasopalatino, no canal incisivo. Em virtude da sua localização e proximidade com os incisivos centrais, esta lesão frequentemente é confundida com cistos periapicais. Acomete cerca de 1% da população, sendo mais comum entre a quarta e sexta décadas de vida. Não possui causa inflamatória e tem evolução lenta e assintomática sendo, geralmente descoberto em exame radiográfico de rotina. O CDNP pode, no entanto, produzir uma expansão flutuante que envolva a região anterior do palato e mucosa alveolar, mas que acontece em raras ocasiões. Radiograficamente, trata-se de área radiolúcida unilocular, circunscrita, oval a arredondada, próxima ou na linha média maxilar. O diagnóstico diferencial inclui cisto radicular, cisto residual e tumor odontogênico queratocístico, sendo a diferenciação microscópica. Normalmente o tratamento indicado é a enucleação cirúrgica, porém em cistos extensos a marsupialização está indicada. Este trabalho tem por objetivo discutir a importância do diagnóstico em estágio inicial e intervenção cirúrgica são fundamentais para prevenção de alterações nos dentes adjacentes, expansão óssea e dor, além de impossibilitar o tratamento reabilitador, interferindo na qualidade de vida do paciente.

Cistos Cistos do canal incisivo Cisto não-odontogênico

CISTO PERIAPICAL: CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS, RADIOGRÁFICAS E MODALIDADES DE TRATAMENTO

Elena COSTA

acadêmica em odontologia - FAESA - Faculdades Integradas Espírito Santense Vitória/ES

Coautores:

Samira TESCH

acadêmica em odontologia - FAESA - Faculdades Integradas Espírito Santense Vitória/ES - Vitória - ES

Francisco BENTO

Mestre em Endodontia; Professor da FAESA - FAESA - Faculdades Integradas Espírito Santense Vitória/ES - Vitória - ES

Zilda Fagundes OLIVEIRA

Mestre em Radiologia; Professora da FAESA - FAESA - Faculdades Integradas Espírito Santense Vitória/ES - Vitória - ES

Fabiana de Freitas Bombarda NUNES

Mestre em Estomatologia e Radiologia; Professora da FAESA - FAESA - Faculdades Integradas Espírito Santense Vitória/ES - Vitória - ES

Os cistos periapicais (CP) são cistos odontogênicos de origem inflamatória sendo associado ao ápice de um dente com necrose pulpar. São em sua maioria assintomáticos, apresentam crescimento lento e podem ser achados radiográficos, cuja imagem clássica é radiolúcida circunscrita, de forma oval, envolvendo o ápice do dente com canal infectado. O diagnóstico é realizado pela associação entre o exame clínico, imaginológico e histopatológico e a terapêutica dessas lesões compreende desde o tratamento endodôntico dos dentes envolvidos até a sua enucleação cirúrgica. As lesões de grandes proporções podem ser marsupializadas para posteriormente serem enucleadas. O objetivo deste trabalho é descrever as características clínicas, radiográficas e as modalidades de tratamento do CP de forma a elucidar a importância do correto diagnóstico e do plano de tratamento associado ao estado geral do paciente, tamanho, forma e localização da lesão que são relevantes para o bom prognóstico e pronto restabelecimento do paciente.

Cisto periapical Cisto radicular Enucleação

Clareamento de consultório: Peróxido de Hidrogênio x Peróxido de Carbamida

Fabricio Valejo FERNANDES

Aluno do curso de odontologia - Universidade Vila Velha

Coautores:

Arthur SANTANA

Aluno do curso de odontologia - Universidade Vila Velha - Serra - ES

Kethllyn MINARINI

Aluna do curso de odontologia - Universidade Vila Velha - Vila Velha - ES

Rafaelly Gotardo MACHADO

Aluna do curso de odontologia - Universidade Vila Velha - Guarapari - ES

Bianca VIMERCATI

Professora do curso de odontologia - Universidade Vila Velha - Vila Velha - ES

Introdução: O clareamento foi um marco na odontologia cosmética e atualmente existem vários produtos no mercado em diversas concentrações. Objetivo: Avaliar a eficiência de diferentes substâncias utilizadas no clareamento dental de consultório, como o peróxido de carbamida e peróxido de hidrogênio, verificando qual dessas apresenta melhores resultados com relação à alteração de cor e sensibilidade dentária. Metodologia: Para a realização desta revisão de literatura, foi feito um levantamento bibliográfico nas bases de dados Scielo, ScienceNet, PubMed e Bireme, no período de 1990 até 2016, utilizando as palavras-chave: clareamento dental, peróxido de carbamida e peróxido de hidrogênio. Resultados: Em comparação ao peróxido de hidrogênio, o peróxido de carbamida é um composto relativamente estável, se decompõe, transformando-se em peróxido de hidrogênio e uréia. O peróxido de hidrogênio se decompõe formando radicais livres necessários para o processo de clareamento dental. Em função da maior liberação de radicais livres, o peróxido de hidrogênio produz um efeito clareador mais rápido, entretanto pode acarretar maior sensibilidade dentária quando comparado ao peróxido de carbamida, que possui um efeito clareador mais lento e em compensação gera menor sensibilidade dentária. Conclusão: Tanto o peróxido de carbamida quanto o peróxido de hidrogênio apresentam resultados satisfatórios com relação ao clareamento dental, entretanto o peróxido de carbamida, por apresentar menor liberação de radicais livres, provoca menor sensibilidade dentária. Vale salientar que o profissional deve levar em consideração o perfil de cada paciente e desta forma selecionar o melhor produto para cada caso.

Clareamento dental Peróxido de Carbamida Peróxido de Hidrogênio

Associação Brasileira de Odontologia - Seção Espírito Santo

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